Polidores de Guitarra

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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Como Construir Escalas


Escala Musical: É uma sucessão de sons que se distribuem em tons e semitons.É muito importante o estudo das escalas, pois contribui para o desenvolvimento auditivo, o desenvolvimento mecânico das mãos e a compreensão das posições das notas em todo o braço. Devemos ter em mente que toda melodia está baseada sempre em algum tipo de escala.

             Lembando-se de que todas as escalas maiores contém os semitons dos 3º para o 4º graus e dos 7º para o 8º graus. Nas escalas maiores obtemos 7 agrupamentos 5 naturais e 2 sustenidos.

             Existem diversos tipos de escala, cada uma se prestando a um determinado estilo musical, assim temos escalas de Jazz, deBlues, de música barroca, etc. Mas o nosso interesse aqui não são estas escalas citadas acima e sim a Escala Natural a partir da qual são construídos os acordes.
A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.

             Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fa sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.

I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos

             OBS: As cifras acima não representam acordes e sim notas.
Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido)

             Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo. Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B). E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido.

             Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separadospor um intervalo de 1 tom. É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
             Vejamos a escala de D:
I II III IV V VI VII VIII 


D E F# G A B C# D 


1 1 1/2 1 1 1 1/2 

             Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala. 

             Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G). Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D. 

             Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda. 

             Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos. Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). 

             Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são. 

             É importante destacar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.

Os 2 Pacthes que eu mais uso na RP6 são


Distortion

COMP -> on - HI - CC1 - 100 - 0
DIST -> on - 9ru - 11.0 - 0 - 0
SIL -> on - LO - 39 - 0.00 - 85
EQ -> 0.20 - 5 - 1.25 - 2 - 2.00 - 2
SPK -> on - 4
WAH -> off
MOD -> off
DELAY -> on - 1 - 50 - 500 - 500 - 25
REV -> on - HAL - 25 - 5.00 - 9 - 3

Clean

COMP -> on - HI - CC1 - 100 - 0
DIST -> off - 9ru - 11.0 - 5 - 12
SIL -> on - LO - 100 - 0.00 - 55
EQ -> 2.00 - 5 - 16 - 6 - 0.20 - 1
SPK -> off
WAH -> off
MOD -> on - FLA - 100 - 100 - 1 - 0
DELAY -> off
REV -> on - ARE - 32 - 4.00 - 0 - 6



Aspectos técnicos da Guitarra




Vamos esfriar um pouco a cabeça, já que esse assunto de solos e tablaturas deixa a gente totalmente confuso, ainda mais quando se é iniciante. 

Nós analisamos isso tudo e aí pinta aquela vontade de não querer mais aprender guitarra né? 

Mas relaxe e vamos então a um tema mais light e fundamental para o futuro de seu instrumento.
Iremos esclarecer algumas dúvidas sobre a parte técnica da guitarra. Seria impossível, contudo, abranger todos os aspectos, pois as variáveis numa guitarra são enormes. 

Tipos diferentes de "captadores", "pontes", "trastes" e "tarrachas" alteram completamente o instrumento, isso sem contar, é claro, com o fator mais importante, que faz com que uma guitarra seja diferente da outra: a madeira.

O Importante para uma boa regulagem é ter conhecimento absoluto do que se tem em mãos, bem como saber até onde se pode chegar com o instrumento, pois toda guitarra tem os seus limites. Por exemplo, torna-se impossível conseguir num braço de guitarra fino tipo Jackson, uma boa estabilidade com um encordoamento 0.10.ou então, colocar uma ponte Floyd Rose numa Fender sem trava. 

Coisas desse tipo são imcompatíveis e, portanto, a primeira providência a ser tomada é adaptar o seu instrumento aos recursos compatíveis. Aqui seguem, ao meu ver, as principais dúvidas:

• Encordamento para Diferentes tipos de braço


O importante é usar sempre o mesmo tipo de encordoamento. Pra braços finos, é mais cômodo usar cordas 0.9, enquanto que para guitarras tipo Gibson e Fender, pode-se usar tranqüilamente 0.10 ou até 0.12.

A diferença é que cordas mais grossas têm mais "sustain", mais brilho. 

Aliás, para quem for gravar uma demo ou um cd, aqui vai uma dica: usar encordoamento 0.10 ou 0.11 para base, o efeito é bem legal!! Por outro lado para guitarristas mais tecnicos, cordas 0.10 são um problema para técnicas de "ligadura" e "tapping", por exemplo.

• Braços empenados e tensores



Guitarras mais modernas, com 24 casas, tipo Jackson e Ibanez, têm um braço "fino" e, como qualquer guitarra, sofrem muito a influência da temperatura, sobretudo aqui no Brasil, onde, num só dia, faz calor e frio, faz sol e chove, as guitarras demoram um tempo para se estabilizarem. 

O braço da guitarra é uma espécie de termômetro; basta uma mudança de temperatura, para ele também se alterar. 

E não existe nada mais frustrante e desagradável do que um braço "empenado". Portanto, aqui vão algumas dicas para saber se o braço de sua guitarra está ou não empenado.

Alinhe a guitarra de modo que se possa vê-la numa linha reta, podendo-se notar uma curva, para frente ou para trás, o braço está "empenado". Um outro detalhe: se um lado estiver mais empenado que o outro, o braço está "torcido"! Um grave problema. 

Outra forma usada consiste em pressionar, ao mesmo tempo, a primeira e a última casa do braço da guitarra .Olhando para o centro do braço, se a corda estiver alta, o braço está empenado.

Corrigir esse problema até que é simples, mas deve-se tomar cuidados importantissimos!! Por isso é importante conhecer bem o instrumento, para que outros problemas sejam evitados. Por exemplo, se o tensor já foi por demais utilizado - porque também ele tem um limite - está mais do que na hora de trocá-lo ou comprar outro braço. 

O "Tensor" é uma espécie de barra de ferro que, localizando-se no interior do braço da guitarra, mais especificamente entre a escala e a parte de trás do braço, tem a função de tensioná-lo. A ponta do tensor (bucha) geralmente fica no "head stock" da guitarra, mas em algumas delas, pode localizar-se no começo do braço. Nesse caso, é preciso tirar o braço, para que se possa regular. Apertando (sentido horário) corrige-se a "empenada" para frente, enquanto que ao soltar está se corrigindo a "empenada" para trás. 

A "empenada" para frente dá aquela sensação que as cordas estão muito altas, a "empenada" para trás faz com que a guitarra "trasteje" muito (aquele som de lata). É importante checar se esse problema existe, pois se o braço estiver "empenado" ou "torcido" e assim permanecer por muito tempo, será difícil consertá-lo, porque ele poderá se estabilizar nessa situação.

Um outro cuidado básico é como guardar a guitarra -com a frente dela sempre voltada para a parede ou para o chão- pois assim você não se estará colocando mais pressão além das cordas sobre o braço.

Como já foi dito, guitarristas técnicos gostam das cordas "coladas" no braço, isto é, bem próximas a ele, mas reclamam que "trastejam" demais. É impossível uma ação de corda baixa sem "trastejo", mas ao meu ver, mesmo "trastejando", contanto que as notas não sejam "engolidas", não há motivo para se preocupar, procure sempre um bom "luthier"(pessoas especializadas em regulagens de instrumentos) para cuidar desse assunto.

• Regulagens de Pontes


Uma outra dúvida comum existente refere-se à regulagem da ponte da guitarra, mais especificamente as Floyd Rose com "back box", pequena abertura na parte de trás da ponte, que possibilita "alavancar" para cima.

As pontes são sustentadas pôr molas, que podem deixar a alavanca mais macia ou dura, como também a regulam para diferentes afinações e tensões de corda. As pontes do tipo Fender são mais simples para regular. Desejando a alavanca mais macia basta retirar uma mola. Nesse caso, deve-se apertar aqueles dois parafusos que sustentam as molas, pois a ponte tem que estar sempre alinhada ao braço. Com relação às pontes floyd Rose com back box, o problema é mais complicado.

Se a ponte estiver desalinhada, dois fatores podem concorrer para isso: afinação e tipo de corda. Hoje em dia é muito comum bandas de rock tocarem meio-tom abaixo da afinação tradicional (440 hz - d# g# c# f# a# d#). Além do peso de certa maneira é até mais cômodo para tocar.

As guitarras vêm sempre de fábrica afinadas em 440 hz. Para regulá-la meio tom abaixo o procedimento é o seguinte: soltar os parafusos da ponte (mas não muito), dar umas 4/5 voltas e afinar. No final a ponte tem que estar alinhada. Para o processo inverso, ou seja, afinar em 440hz guitarras reguladas meio tom abaixo, aperte os parafusos, ao invés de soltá-los. Vale a pena dizer que bandas tipo Sepultura tocam até 2 tons abaixo!!

Com relação ao encordoamento, o problema surge quando se quer trocar de tipo de corda. Por exemplo, para passar de de 0.9 para 0.10 ou o contrário. O procedimento é semelhante ao anterior: para afinações ou tensões altas, aperte os parafusos, para baixas, solte-os, sempre igualmente.

Seria importante também ressaltar sobre a regulagem de "oitava". Nas pontes, existem pequenos parafusos, que servem para se avançar ou recuar o rastilho pôr onde passam as cordas. 

Com um afinador, toque a corda solta e, em seguida, na casa 12. Se der diferença, solte o parafuso e recue o rastilho ou avance até chegar no ponto. Esse procedimento é importante porque quando as "oitavas" não estão reguladas você poderá estar fazendo um solo é ter aquela sensação de coisa na trave apesar dos acordes estarem perfeitos. 

Esta é uma das dicas que muitos guitarristas que estão no meio musical passaram pra mim.

Os Acordes na Tablatura




Guia de introdução ao estudo da música para Guitarra

Os Acordes na Tablatura

E como ficam os acordes numa tablatura?


Essa é uma pergunta cabeluda né? Nem tanto. Seu estudarmos com calma sem afobação e pessimismo, conseguiremos decifrar isso.

Bom, muito intuitivamente, se um acorde é um conjunto de notas que deve ser tocado simultaneamente, numa tablatura um acorde deverá consistir em vários números, todos na mesma coluna:

e|-0---3---0-
B|-1---3---1-
G|-2---0---0-
D|-2---0---2-
A|-0---2---3-
E|-0---3---0-

         

No exemplo dado, estão representados os acordes Lá menor (Am), Sol (G) e Dó (C). Como cada acorde consiste numa só coluna de números, isto significa que se devem fazer soar todas as cordas ao mesmo tempo.

Isto faz-se, por exemplo, percorrendo depressa todas as cordas com o polegar da mão que dedilha (geralmente a direita, para um guitarrista destro). Veja-se, por exemplo, cinco formas diferentes de tocar um acorde de Lá menor:
       

A primeira forma é, como já vimos, para ser tocada percorrendo todas as cordas depressa com um ou mais dedos da mão direita. É claramente impossível tocar todas as seis cordas ao mesmo tempo sem ser desta maneira, pois quase ninguém tem seis dedos. Na segunda, o que se pretende é fazer o mesmo que anteriormente, percorrendo as notas da grave para a aguda, mas mais devagar.

A terceira já é um pouco diferente: há um traço de intervalo entre cada nota, e muito provavelmente, quando aparece uma forma similar a esta, o que se pretende é tocar as seis cordas, mas individualmente, ou seja, fazer vibrar as cordas uma após a outra, mas sem ser de uma só vez.

O dedilhado correcto faz-se usando o polegar da mão que dedilha para as três últimas cordas (as mais graves, D, A, E), usando o indicador para a corda G, o médio para a B e o anelar para a e. O mínimo não é usado. Na quarta forma temos apenas três notas para tocar. Comparando esta figura com a número 1, vemos que não dá para percorrer todas as cordas, pois há três que não devem ser tocadas. Assim, o que se pretende é puxar simultaneamente as cordas B, G e D com os dedos adequados enquanto a mão esquerda faz o acorde de Lá menor. A quinta forma representa o que se chama um arpeggio, ou seja, tocar as notas de um acorde num movimento de vai-vem.

Sempre que não há indicação em contrário, deve-se seguir a norma de cada dedo para cada corda. Inicialmente haverá alguma dificuldade em acertar com os dedos da mão direita nas cordas apropriadas, mas com algum treino chega-se lá.

O principiante tem sempre o hábito de usar apenas o indicador e o polegar, por exemplo, para fazer todos os dedilhados. É um mau hábito que não leva a lado nenhum. Mais tarde, é difícil aprender a tocar como deve ser, usando dedos separados para cordas distintas.

Polidores de Guitarra


guitarra


Talvez você já use algum desses sprays para limpeza vendido em lojas de instrumentos musicais, mas é bom tomar alguns cuidados. Não é que eles não funcionem, muito pelo contrário. O problema é que muitos deles atacam as partem metálicas da guitarra, principalmente na ponte, nos captadores e na trava das cordas (em sistemas Floyd Rose). Resumindo: a guitarra ficam brilhando mas a vida útil dos outros componetes vai acabando.

O melhor método para manter o seu instrumento bem conservado ainda é a boa e velha flanelinha. Mas se você não resistir à tentação, a minha sugestão é: aplique o spray na flanela e depois passe na guitarra. Aí, pelo menos o spray não vai atacar tanto as partes metálicas.



A história da Guitarra




Guitarra é o nome genérico de uma família de instrumentos musicais de cordas, ou cordofones. As guitarras, bem como a maior parte dos instrumentos de cordas são construídas pelo luthier. O músico que a executa é chamado guitarrista (No caso de guitarras acústicas, o músico é chamado no Brasil de violonista).

O nome guitarra refere-se a uma série de instrumentos de cordas pinçadas, que possuem geralmente de 4 a 12 cordas tensionadas ao longo do instrumento e possuem um corpo com formato aproximado de um 8 (embora também existam em diversos outros formatos), além de um braço, por sobre o qual as cordas passam, permitindo ao executante controlar a altura da nota produzida. Existem versões acústicas, que possuem caixa de ressonância e elétricas, que podem ou não possuir caixa de ressonância, mas utilizam captadores e amplificadores para aumentar a intensidade sonora do instrumento.

No Brasil, o termo guitarra refere-se exclusivamente à guitarra elétrica e é o violão o equivalente à guitarra acústica; de entre as variações deste instrumento destacam-se a guitarra portuguesa, o ukelele (ou guitarra havaiana) e o baixo (guitarra baixo). Em organologia, por outro lado, costuma-se classificar genericamente como guitarra qualquer instrumento de cordas pinçadas com braço. Isso inclui uma grande variedade de outros instrumentos, como a viola, o cavaquinho, o banjo, o bandolim e muitos instrumentos não ocidentais, como o alaúde, o siamise, o charango, a balalaika, o sitar e a vina (cítaras persas e indianas), além de diversos outros instrumentos asiáticos e africanos.



Origens e Desenvolvimento


Partes da guitarra


Encordamento


Afinação

Dicas




Música é a arte dos sons, combinados de acordo com às variações da altura, proporcionados segundo a sua duração e ordenados sob às leis da estética.
São três os elementos fundamentais de que se compõe a música: melodia, ritmo e harmonia.

A melodia consiste na sucessão dos sons formando sentido musical.

O ritmo é o movimento dos sons regulados pela sua maior ou menor duração.

A harmonia consiste na execução de vários sons ouvidos ao mesmo tempo, observadas às leis que regem os agrupamentos dos sons simultâneos.

Para exprimir profundamente qualquer sentimento, ou descrever por meio da música qualquer quadro da natureza, torna-se imprescindível a participação em comum desses três elementos: melodia, ritmo e harmonia.


A História da Guitarra


Polidores de guitarra


Como ficam os acordes numa tablatura?


Aspectos técnicos da Guitarra


Os 2 Pacthes q eu mais uso na RP6 são..


Como construir escala.


Dicas de de Oz (Master Class)

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