Polidores de Guitarra

Talvez você já use algum desses sprays para limpeza vendido em lojas...

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Oz Noy aprende rápido. Ele pegou a guitarra pela primeira vez aos dez anos de idade...

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Afinação


  Muitas afinações diferentes são possíveis dependendo da variedade do instrumento. A mais comum para instrumentos de 6 cordas é a "afinação padrão" (EADGBE). Note que a guitarra é um instrumento transpositor. As notas soam uma oitava abaixo do que são escritas. As notas abaixo correspondem à nota produzida pela corda solta:

           Sexta corda: (a mais grave a que fica acima de todas as outras):            Mi bordão (uma décima terceira menor abaixo do Dó central — aprox. 82.4Hz)

           Quinta corda: Lá (uma décima menor abaixo do Dó central — aprox. 110Hz)

           Quarta corda: Ré (uma sétima menor abaixo do Dó central — aprox. 146.8Hz)

           Terceira corda: Sol Sol (uma quinta justa abaixo do Dó central — aprox. 196.0Hz)

 
          Segunda corda: Si (uma segunda menor abaixo do Dó central — aprox. 246.92Hz)

           Primeira corda (a mais aguda): Mi (uma terça maior acima do Dó central — aprox. 329.6Hz)
           A afinação padrão permite um dedilhado simples para a maioria dos acordes e também a execução de escalas com o mínimo de movimentos de mão esquerda.


Encordamento





O som da guitarra é produzido pela vibração das cordas, que para tanto devem ser tensionadas e montadas de forma que possam vibrar livremente sem bater em nenhuma outra parte do instrumento. As cordas dos alaúdes e dos violões antigos eram feitas de tripa (intestinos) de ovelhas cortadas em espessuras muito finas e torcidas.

            Atualmente elas são feitas de nylon ou de aço. As cordas mais finas, usadas para as notas mais agudas, são constituídas de um fio único. Estas cordas são chamadas primas. As mais grossas, chamadas bordões, na verdade são cabos constituídos de uma alma (que pode ser de nylon, de aço ou de seda) envolta por uma espiral de um fio mais fino feito de aço. Esta construção permite maior resistência à tração, maior estabilidade de afinação e maior flexibilidade do que seria possível caso se usassem fios singelos também nas cordas mais grossas.


            Cordas de aço geralmente possuem uma pequena esfera fortemente fixada a uma de suas extremidades para facilitar a fixação no instrumento. As cordas são fixadas aos furos existentes no cavalete através de um nó ou pela esfera, que por ser mais larga que o furo não consegue passar por ele, prendendo a corda. 

            Em algumas guitarras ou baixos as cordas passam por furos através do corpo do instrumento e são fixadas na parte posterior do corpo. O rastilho é uma barra feita de osso ou plástico que é apoiada sobre o cavalete e sobre a qual as cordas são assentadas. A altura do rastilho é importante para definir a distância entre as cordas e a escala. 

O ajuste da altura é importante pois a afinação do instrumento pode sofrer variações se a distância das cordas for muito grande. Por outro lado, cordas muito próximas da escala podem encostar nos trastes ao vibrar, o que produz um ruído desagradável (trastejamento). 

A outra extremidade da corda passa sobre a pestana, depois é enrolada em espiral sobre o eixo das tarachas. Como a ponte e a pestana são mais altas que o braço e o corpo do instrumento, as cordas ficam estendidas e tensionadas entre essas duas peças e podem vibrar livremente quando dedilhadas ou tangidas por uma palheta. 

Geralmente as guitarras são construídas para serem tocadas com o braço na mão esquerda e o corpo na direita. Nesta posição, os sulcos da pestana são dispostos de forma que a corda mais grossa fique em cima e as mais finas embaixo. O rastilho ou ponte também não são simétricos. 

A distância entre as cordas e o corpo é maior para as cordas graves do que para as mais finas. Isso é necessário para evitar o trastejamento dos bordões, mas provoca alguns problemas de afinação. Quando a corda é pousada sobre a escala ela é esticada. 

O aumento na tensão aumenta ligeiramente a afinação da nota. Ainda que muito tênue esse efeito pode causar desafinações em alguns acordes. Para compensar esse problema, o cavalete é colado levemente inclinado. Assim, as cordas mais grossas (as que sofrerão maior tensionamento durante a esecução) são ligeiramente mais longas que as mais agudas. Toda a montagem desses componentes é crítica e permite diferenciar a qualidade dos instrumentos feitos por diferentes luthiers.

            Todas essas assimetrias obrigam a construção de versoes diferentes de instrumentos para destros e canhotos. Muitos guitarristas e violonistas, no entanto adaptam o instrumento para a execução invertida.           

Alguns músicos simplesmente viram o instrumento e tocam com uma técnica espelhada.

O problema desse método é que os bordões, geralmente tocados pelo polegar precisam ser tocados pelo indicador. Outros, como Jimi Hendrix fazem o encordoamento invertido em uma guitarra normal. Embora funcional, esse método pode levar a pequenas falhas de afinação. 

Estilos como o blues, o rock e o folk, que utilizam muitos bends e vibratos não sofrem tanto com esses problemas de afinação, mas para a execução erudita com as mãos trocadas é essencial utilizar um instrumento especialmente construído para canhotos.

Partes da guitarra


 Toda guitarra, elétrica ou acústica, é composta basicamente das mesmas partes. A principal diferença entre elas está no corpo. As figuras abaixo mostram uma guitarra elétrica e uma acústica, com suas partes indicadas. A construção do baixo é semelhante à da guitarra elétrica.
  1.   Mão ou paleta
  2.   Pestana
  3.   Tarrachas ou cravelhas
  4.   Trastes
  5.   Tirante ou Tensor
  6.   Marcação
  7.   Braço
  8.   Tróculo (Junta do braço)
  9.   Corpo
  10.   Captadores
  11.   Potenciometros
  12.   Cavalete (ou ponte)
  13.   Protetor de tampo (ou escudo)
  14.   Fundo
  15.   Tampo
  16.   Lateral ou faixas
  17.   Abertura ou boca
  18.   Cordas
  19.   Rastilho
  20.   Escala











Origens e Desenvolvimento


Um alaúde mourisco, com seis pares de cordas Instrumentos similares aos que hoje chamamos de guitarras existem ao menos há 5 mil anos. A guitarra parece derivar de outros instrumentos existentes anteriormente na Ásia Central. Instrumentos muito similares à guitarra aparecem em antigos alto-relevos e estátuas descobertas em Susa, na Pérsia (atualmente no Irã).

            A guitarra, em forma muito próxima à guitarra acústica atual, foi introduzida na Espanha no Século IX, mas não se conhece com precisão toda a história deste instrumento. No entanto há duas hipóteses mais prováveis para a introdução da guitarra no ocidente.

            A primeira hipótese é que a guitarra seria derivada da chamada khetara grega, que com o domínio do Império Romano passou a se chamar cítara romana, e era também denominada de fidícula. Teria chegado à Península Ibérica por volta do Século I com os romanos. Esse instrumento se assemelhava à lira e posteriormente foram acontecendo as seguintes transformações: os seus braços dispostos da forma da lira foram se unindo, formando uma caixa acústica, à qual foi acrescentado um braço de três cravelhas e três cordas, e a esse braço foram feitas divisões transversais (trastes).

            A segunda hipótese é de que este instrumento seria derivado do antigo alaúde árabe, nome originado da palavra al ud, (a madeira), e que teria sido levado para a Península Ibérica através das invasões muçulmanas. O alaúde árabe que penetrou na península nessa época foi um instrumento que se adaptou perfeitamente às atividades culturais e, em pouco tempo, fazia parte das atividades da corte.

Origem do nome


            A palavra guitarra em português, se origina do espanhol guitarra e é utilizada, com pequenas variações, na maior parte das línguas modernas (Guitar em inglês, Guitare em francês, Gitarre em alemão, Chitarra em italiano, entre outras). Acredita-se que o nome se origine do termo grego khetara ou khitara (que também originou o nome cítara).

            Pesquisas linguísticas levam a crer que guitarra pode derivar-se de duas raízes indo-européias também presentes no nome grego: guit-, similar ao sânscrito sangeet, que significa música, e -tar, uma raíz presente em várias línguas, que significa corda ou acorde. O alaúde iraniano tradicional chama-se tar em língua persa, o que colabora esta versão. O tar existe há milhares de anos e pode ser encontrado em versões de 2, 3, 5 e 6 cordas.

            A palavra guitarra também pode ser derivada do termo persa qitara, que dá nome para vários membros da família dos alaúdes. O nome guitarra teria, assim, sido introduzido pelos mouros durante as invasões muçulmanas no século X.

            Na maior parte dos países de língua portuguesa, o termo guitarra pode se referir a qualquer das variedades do instrumento, seja elétrica ou acústica. Apenas no Brasil existe a designação Violão para o instrumento acústico. É provável que o nome violão tenha surgido devido à semelhança com a viola no formato do corpo. Como o violão era maior, passou a ser chamado popularmente de violão (como aumentativo de viola). Aos poucos o nome se consagrou e o termo guitarra foi quase totalmente substituído. Apenas no século XX o nome guitarra retornou ao vocabulário corrente dos brasileiros, mas apenas para designar a versão eletrificada.

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 O feiticeiro do jazz-rock Oz Noy revela suas estratégias para solos
              Oz Noy aprende rápido. Ele pegou a guitarra pela primeira vez aos dez anos de idade e, três anos depois, quando a maioria dos guitarristas de sua idade ainda estava lidando com o riff de Smoke on the Water, o adolescente israelense já estava trabalhando como músico, fazendo shows com artistas de jazz, rock e blues e realizando gravações. Aos 18 anos, ele já tinha tocado em diversos discos pop de Israel. Aos 24, era o guitarrista do programa de televisão mais popular de seu país. Mas ele não estava satisfeito. Não contente em ser “um peixe grande num aquário pequeno”, Noy fez o que qualquer músico jovem e corajoso em sua situação faria: partiu para o campo de batalha mais difícil do mundo, a cidade de Nova York.

              Logo após sua chegada na Big Apple, em 1996, começaram os comentários pela cidade sobre o guitarrista israelense que podia executar linhas de jazz à la John Scofield, extrair de uma Stratocaster timbres furiosos de blues à la Stevie Ray Vaughan, tocar funk como se Nile Rodgers fosse um parente próximo, acariciar uma ES-175 como um experiente jazzista e, com uma pedaleira incrementada, produzir timbres de guitarra tão modernos e radicais que provavelmente chamariam a atenção dos integrantes Radiohead.

              Tática de Vampiro

“Muitas de minhas músicas são baseadas em vamps (trecho musical ou acorde que se repete) simples”, diz Noy. As explosivas improvisações de Noy são iniciadas por seu desejo insaciável de ouvir texturas, riffs e ritmos radicais sobre grooves relativamente simples. E o combustível de Noy é um apanhado de escalas.
“Se você estiver fazendo um groove sobre um acorde, pode colori-lo de muitas maneiras”, diz Noy. “Quanto mais enfoques você souber, mais vívidas as cores ficam. Escalas oferecem ótimas maneiras de criar diferentes climas sobre uma base de um acorde”.

              Para demonstrar sua afirmação, Oz pede para eu tocar um groove de fundo – uma levada funkeada em andamento médio, sobre o acorde G7 
              Seu solo começa onde os solos de muitos guitarristas começariam: linhas improvisadas de escala pentatônica menor .

              Ele toca as mesmas cinco notas que a maioria das pessoas usaria, mas suas inflexões – vibrato, bends, ataques, slides e outros truques – são o que o distinguem do músico comum de blues e rock. Seu ataque é sólido e articulado, marca de todo grande instrumentista. O mais impressionante, no entanto, é que Noy consegue produzir o mesmo som melodioso e consistente usando escalas muito mais jazzísticas que a escala de blues.
              “A próxima cor que você poderia me ouvir tocando sobre G7 é a escala de tons inteiros ”,


              Revela Noy. “É claro, o modo mixolídio sempre funciona .

              Gosto também da escala diminuta simétrica semitom/tom ,


              Que penso como um arpejo diminuto – neste caso, G#-B-D-F – com a adição de tons vizinhos um semitom abaixo de cada nota. Posso usar uma escala dominante alterada de G ,


              Que tem a mesma digitação da escala Ab melódica menor. Há somente mais uma cor que eu jogaria nesta base, e é o que chamo de escala aumentada.

              Ela é parecida com a escala semitom/tom, no sentido de que trata-se de um arpejo – desta vez, um arpejo de G aumentado com G-B-D# – com notas adicionadas um semitom abaixo de cada tom do acorde.
              “Variando entre estas escalas, você pode criar muitos sons diferentes, que levam a novos lugares. Quando você começa a experimentar com fraseado e ritmos, um universo totalmente novo se abre. Além disso, você pode misturar estilos – rock, jazz, funk, blues –, apesar de eu na verdade não pensar em músicas nesses termos. O conceito de rotular estilos é muito limitador”.
              Deslocamento Melódico

              “Gosto também de movimentar as coisas durante um lick”, afirma Noy. “Em outras palavras, contanto que você termine na nota certa, tudo soa bem [risos]. Se você estiver em uma situação musical em que queira soar um pouco mais moderno, você pode mover parte de sua frase um semitom acima ou abaixo. Por exemplo, pegue este lick de blues no estilo de Albert King .

Como Construir Escalas


Escala Musical: É uma sucessão de sons que se distribuem em tons e semitons.É muito importante o estudo das escalas, pois contribui para o desenvolvimento auditivo, o desenvolvimento mecânico das mãos e a compreensão das posições das notas em todo o braço. Devemos ter em mente que toda melodia está baseada sempre em algum tipo de escala.

             Lembando-se de que todas as escalas maiores contém os semitons dos 3º para o 4º graus e dos 7º para o 8º graus. Nas escalas maiores obtemos 7 agrupamentos 5 naturais e 2 sustenidos.

             Existem diversos tipos de escala, cada uma se prestando a um determinado estilo musical, assim temos escalas de Jazz, deBlues, de música barroca, etc. Mas o nosso interesse aqui não são estas escalas citadas acima e sim a Escala Natural a partir da qual são construídos os acordes.
A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.

             Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fa sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.

I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos

             OBS: As cifras acima não representam acordes e sim notas.
Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido)

             Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo. Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B). E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido.

             Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separadospor um intervalo de 1 tom. É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
             Vejamos a escala de D:
I II III IV V VI VII VIII 


D E F# G A B C# D 


1 1 1/2 1 1 1 1/2 

             Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala. 

             Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G). Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D. 

             Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda. 

             Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos. Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). 

             Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são. 

             É importante destacar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.

Os 2 Pacthes que eu mais uso na RP6 são


Distortion

COMP -> on - HI - CC1 - 100 - 0
DIST -> on - 9ru - 11.0 - 0 - 0
SIL -> on - LO - 39 - 0.00 - 85
EQ -> 0.20 - 5 - 1.25 - 2 - 2.00 - 2
SPK -> on - 4
WAH -> off
MOD -> off
DELAY -> on - 1 - 50 - 500 - 500 - 25
REV -> on - HAL - 25 - 5.00 - 9 - 3

Clean

COMP -> on - HI - CC1 - 100 - 0
DIST -> off - 9ru - 11.0 - 5 - 12
SIL -> on - LO - 100 - 0.00 - 55
EQ -> 2.00 - 5 - 16 - 6 - 0.20 - 1
SPK -> off
WAH -> off
MOD -> on - FLA - 100 - 100 - 1 - 0
DELAY -> off
REV -> on - ARE - 32 - 4.00 - 0 - 6



Aspectos técnicos da Guitarra




Vamos esfriar um pouco a cabeça, já que esse assunto de solos e tablaturas deixa a gente totalmente confuso, ainda mais quando se é iniciante. 

Nós analisamos isso tudo e aí pinta aquela vontade de não querer mais aprender guitarra né? 

Mas relaxe e vamos então a um tema mais light e fundamental para o futuro de seu instrumento.
Iremos esclarecer algumas dúvidas sobre a parte técnica da guitarra. Seria impossível, contudo, abranger todos os aspectos, pois as variáveis numa guitarra são enormes. 

Tipos diferentes de "captadores", "pontes", "trastes" e "tarrachas" alteram completamente o instrumento, isso sem contar, é claro, com o fator mais importante, que faz com que uma guitarra seja diferente da outra: a madeira.

O Importante para uma boa regulagem é ter conhecimento absoluto do que se tem em mãos, bem como saber até onde se pode chegar com o instrumento, pois toda guitarra tem os seus limites. Por exemplo, torna-se impossível conseguir num braço de guitarra fino tipo Jackson, uma boa estabilidade com um encordoamento 0.10.ou então, colocar uma ponte Floyd Rose numa Fender sem trava. 

Coisas desse tipo são imcompatíveis e, portanto, a primeira providência a ser tomada é adaptar o seu instrumento aos recursos compatíveis. Aqui seguem, ao meu ver, as principais dúvidas:

• Encordamento para Diferentes tipos de braço


O importante é usar sempre o mesmo tipo de encordoamento. Pra braços finos, é mais cômodo usar cordas 0.9, enquanto que para guitarras tipo Gibson e Fender, pode-se usar tranqüilamente 0.10 ou até 0.12.

A diferença é que cordas mais grossas têm mais "sustain", mais brilho. 

Aliás, para quem for gravar uma demo ou um cd, aqui vai uma dica: usar encordoamento 0.10 ou 0.11 para base, o efeito é bem legal!! Por outro lado para guitarristas mais tecnicos, cordas 0.10 são um problema para técnicas de "ligadura" e "tapping", por exemplo.

• Braços empenados e tensores



Guitarras mais modernas, com 24 casas, tipo Jackson e Ibanez, têm um braço "fino" e, como qualquer guitarra, sofrem muito a influência da temperatura, sobretudo aqui no Brasil, onde, num só dia, faz calor e frio, faz sol e chove, as guitarras demoram um tempo para se estabilizarem. 

O braço da guitarra é uma espécie de termômetro; basta uma mudança de temperatura, para ele também se alterar. 

E não existe nada mais frustrante e desagradável do que um braço "empenado". Portanto, aqui vão algumas dicas para saber se o braço de sua guitarra está ou não empenado.

Alinhe a guitarra de modo que se possa vê-la numa linha reta, podendo-se notar uma curva, para frente ou para trás, o braço está "empenado". Um outro detalhe: se um lado estiver mais empenado que o outro, o braço está "torcido"! Um grave problema. 

Outra forma usada consiste em pressionar, ao mesmo tempo, a primeira e a última casa do braço da guitarra .Olhando para o centro do braço, se a corda estiver alta, o braço está empenado.

Corrigir esse problema até que é simples, mas deve-se tomar cuidados importantissimos!! Por isso é importante conhecer bem o instrumento, para que outros problemas sejam evitados. Por exemplo, se o tensor já foi por demais utilizado - porque também ele tem um limite - está mais do que na hora de trocá-lo ou comprar outro braço. 

O "Tensor" é uma espécie de barra de ferro que, localizando-se no interior do braço da guitarra, mais especificamente entre a escala e a parte de trás do braço, tem a função de tensioná-lo. A ponta do tensor (bucha) geralmente fica no "head stock" da guitarra, mas em algumas delas, pode localizar-se no começo do braço. Nesse caso, é preciso tirar o braço, para que se possa regular. Apertando (sentido horário) corrige-se a "empenada" para frente, enquanto que ao soltar está se corrigindo a "empenada" para trás. 

A "empenada" para frente dá aquela sensação que as cordas estão muito altas, a "empenada" para trás faz com que a guitarra "trasteje" muito (aquele som de lata). É importante checar se esse problema existe, pois se o braço estiver "empenado" ou "torcido" e assim permanecer por muito tempo, será difícil consertá-lo, porque ele poderá se estabilizar nessa situação.

Um outro cuidado básico é como guardar a guitarra -com a frente dela sempre voltada para a parede ou para o chão- pois assim você não se estará colocando mais pressão além das cordas sobre o braço.

Como já foi dito, guitarristas técnicos gostam das cordas "coladas" no braço, isto é, bem próximas a ele, mas reclamam que "trastejam" demais. É impossível uma ação de corda baixa sem "trastejo", mas ao meu ver, mesmo "trastejando", contanto que as notas não sejam "engolidas", não há motivo para se preocupar, procure sempre um bom "luthier"(pessoas especializadas em regulagens de instrumentos) para cuidar desse assunto.

• Regulagens de Pontes


Uma outra dúvida comum existente refere-se à regulagem da ponte da guitarra, mais especificamente as Floyd Rose com "back box", pequena abertura na parte de trás da ponte, que possibilita "alavancar" para cima.

As pontes são sustentadas pôr molas, que podem deixar a alavanca mais macia ou dura, como também a regulam para diferentes afinações e tensões de corda. As pontes do tipo Fender são mais simples para regular. Desejando a alavanca mais macia basta retirar uma mola. Nesse caso, deve-se apertar aqueles dois parafusos que sustentam as molas, pois a ponte tem que estar sempre alinhada ao braço. Com relação às pontes floyd Rose com back box, o problema é mais complicado.

Se a ponte estiver desalinhada, dois fatores podem concorrer para isso: afinação e tipo de corda. Hoje em dia é muito comum bandas de rock tocarem meio-tom abaixo da afinação tradicional (440 hz - d# g# c# f# a# d#). Além do peso de certa maneira é até mais cômodo para tocar.

As guitarras vêm sempre de fábrica afinadas em 440 hz. Para regulá-la meio tom abaixo o procedimento é o seguinte: soltar os parafusos da ponte (mas não muito), dar umas 4/5 voltas e afinar. No final a ponte tem que estar alinhada. Para o processo inverso, ou seja, afinar em 440hz guitarras reguladas meio tom abaixo, aperte os parafusos, ao invés de soltá-los. Vale a pena dizer que bandas tipo Sepultura tocam até 2 tons abaixo!!

Com relação ao encordoamento, o problema surge quando se quer trocar de tipo de corda. Por exemplo, para passar de de 0.9 para 0.10 ou o contrário. O procedimento é semelhante ao anterior: para afinações ou tensões altas, aperte os parafusos, para baixas, solte-os, sempre igualmente.

Seria importante também ressaltar sobre a regulagem de "oitava". Nas pontes, existem pequenos parafusos, que servem para se avançar ou recuar o rastilho pôr onde passam as cordas. 

Com um afinador, toque a corda solta e, em seguida, na casa 12. Se der diferença, solte o parafuso e recue o rastilho ou avance até chegar no ponto. Esse procedimento é importante porque quando as "oitavas" não estão reguladas você poderá estar fazendo um solo é ter aquela sensação de coisa na trave apesar dos acordes estarem perfeitos. 

Esta é uma das dicas que muitos guitarristas que estão no meio musical passaram pra mim.

Os Acordes na Tablatura




Guia de introdução ao estudo da música para Guitarra

Os Acordes na Tablatura

E como ficam os acordes numa tablatura?


Essa é uma pergunta cabeluda né? Nem tanto. Seu estudarmos com calma sem afobação e pessimismo, conseguiremos decifrar isso.

Bom, muito intuitivamente, se um acorde é um conjunto de notas que deve ser tocado simultaneamente, numa tablatura um acorde deverá consistir em vários números, todos na mesma coluna:

e|-0---3---0-
B|-1---3---1-
G|-2---0---0-
D|-2---0---2-
A|-0---2---3-
E|-0---3---0-

         

No exemplo dado, estão representados os acordes Lá menor (Am), Sol (G) e Dó (C). Como cada acorde consiste numa só coluna de números, isto significa que se devem fazer soar todas as cordas ao mesmo tempo.

Isto faz-se, por exemplo, percorrendo depressa todas as cordas com o polegar da mão que dedilha (geralmente a direita, para um guitarrista destro). Veja-se, por exemplo, cinco formas diferentes de tocar um acorde de Lá menor:
       

A primeira forma é, como já vimos, para ser tocada percorrendo todas as cordas depressa com um ou mais dedos da mão direita. É claramente impossível tocar todas as seis cordas ao mesmo tempo sem ser desta maneira, pois quase ninguém tem seis dedos. Na segunda, o que se pretende é fazer o mesmo que anteriormente, percorrendo as notas da grave para a aguda, mas mais devagar.

A terceira já é um pouco diferente: há um traço de intervalo entre cada nota, e muito provavelmente, quando aparece uma forma similar a esta, o que se pretende é tocar as seis cordas, mas individualmente, ou seja, fazer vibrar as cordas uma após a outra, mas sem ser de uma só vez.

O dedilhado correcto faz-se usando o polegar da mão que dedilha para as três últimas cordas (as mais graves, D, A, E), usando o indicador para a corda G, o médio para a B e o anelar para a e. O mínimo não é usado. Na quarta forma temos apenas três notas para tocar. Comparando esta figura com a número 1, vemos que não dá para percorrer todas as cordas, pois há três que não devem ser tocadas. Assim, o que se pretende é puxar simultaneamente as cordas B, G e D com os dedos adequados enquanto a mão esquerda faz o acorde de Lá menor. A quinta forma representa o que se chama um arpeggio, ou seja, tocar as notas de um acorde num movimento de vai-vem.

Sempre que não há indicação em contrário, deve-se seguir a norma de cada dedo para cada corda. Inicialmente haverá alguma dificuldade em acertar com os dedos da mão direita nas cordas apropriadas, mas com algum treino chega-se lá.

O principiante tem sempre o hábito de usar apenas o indicador e o polegar, por exemplo, para fazer todos os dedilhados. É um mau hábito que não leva a lado nenhum. Mais tarde, é difícil aprender a tocar como deve ser, usando dedos separados para cordas distintas.

Polidores de Guitarra


guitarra


Talvez você já use algum desses sprays para limpeza vendido em lojas de instrumentos musicais, mas é bom tomar alguns cuidados. Não é que eles não funcionem, muito pelo contrário. O problema é que muitos deles atacam as partem metálicas da guitarra, principalmente na ponte, nos captadores e na trava das cordas (em sistemas Floyd Rose). Resumindo: a guitarra ficam brilhando mas a vida útil dos outros componetes vai acabando.

O melhor método para manter o seu instrumento bem conservado ainda é a boa e velha flanelinha. Mas se você não resistir à tentação, a minha sugestão é: aplique o spray na flanela e depois passe na guitarra. Aí, pelo menos o spray não vai atacar tanto as partes metálicas.



A história da Guitarra




Guitarra é o nome genérico de uma família de instrumentos musicais de cordas, ou cordofones. As guitarras, bem como a maior parte dos instrumentos de cordas são construídas pelo luthier. O músico que a executa é chamado guitarrista (No caso de guitarras acústicas, o músico é chamado no Brasil de violonista).

O nome guitarra refere-se a uma série de instrumentos de cordas pinçadas, que possuem geralmente de 4 a 12 cordas tensionadas ao longo do instrumento e possuem um corpo com formato aproximado de um 8 (embora também existam em diversos outros formatos), além de um braço, por sobre o qual as cordas passam, permitindo ao executante controlar a altura da nota produzida. Existem versões acústicas, que possuem caixa de ressonância e elétricas, que podem ou não possuir caixa de ressonância, mas utilizam captadores e amplificadores para aumentar a intensidade sonora do instrumento.

No Brasil, o termo guitarra refere-se exclusivamente à guitarra elétrica e é o violão o equivalente à guitarra acústica; de entre as variações deste instrumento destacam-se a guitarra portuguesa, o ukelele (ou guitarra havaiana) e o baixo (guitarra baixo). Em organologia, por outro lado, costuma-se classificar genericamente como guitarra qualquer instrumento de cordas pinçadas com braço. Isso inclui uma grande variedade de outros instrumentos, como a viola, o cavaquinho, o banjo, o bandolim e muitos instrumentos não ocidentais, como o alaúde, o siamise, o charango, a balalaika, o sitar e a vina (cítaras persas e indianas), além de diversos outros instrumentos asiáticos e africanos.



Origens e Desenvolvimento


Partes da guitarra


Encordamento


Afinação

Dicas




Música é a arte dos sons, combinados de acordo com às variações da altura, proporcionados segundo a sua duração e ordenados sob às leis da estética.
São três os elementos fundamentais de que se compõe a música: melodia, ritmo e harmonia.

A melodia consiste na sucessão dos sons formando sentido musical.

O ritmo é o movimento dos sons regulados pela sua maior ou menor duração.

A harmonia consiste na execução de vários sons ouvidos ao mesmo tempo, observadas às leis que regem os agrupamentos dos sons simultâneos.

Para exprimir profundamente qualquer sentimento, ou descrever por meio da música qualquer quadro da natureza, torna-se imprescindível a participação em comum desses três elementos: melodia, ritmo e harmonia.


A História da Guitarra


Polidores de guitarra


Como ficam os acordes numa tablatura?


Aspectos técnicos da Guitarra


Os 2 Pacthes q eu mais uso na RP6 são..


Como construir escala.


Dicas de de Oz (Master Class)

A teoria musical


A teoria musical aplicada à música popular ainda é uma selva onde muita gente se perde


Um acorde pode ser cifrado de dezenas de maneiras diferente; muitas escalas de uso comum recebem um nome diferente em cada livro; mesmo a função de um determinado acorde dentro de uma progressão pode receber interpretações diferentes.
Na pratica deve-se fazer prevalecer o bom senso e evitar o exagero de teorização.

Este site é um primor de bom senso. O conteúdo que temos, é para você que gosta de aprender coisas novas. Pois através deste site você terá uma visão geral de todos os aspectos básicos que são sempre motivos de dúvida para todo o iniciante e até mesmo para muitos profissionais.

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Temos um carinho muito grande por você, e por causa disso, é que em nosso site, temos um cantinho especial com versículo Bíblico e estudos especiais para o seu crescimento espiritual.

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